quarta-feira, 4 de julho de 2012

Reconhecimento do “eu” neste poema

 

Nunca fui como todos

Nunca tive muitos amigos

Nunca fui a favorita

Nunca fui o que os maues pais queriam

Nunca tive alguém que me amasse

Mas tive somente a mim.

A minha absoluta verdade

Meu verdadeiro pensamento

O meu conforto nas horas de sofrimento.

Não vivo sozinha porque gosto

e sim porque aprendi a ser só.

(Florebela Espanca)

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